Terça, 04 Abril 2017 12:53

Cardeal Moroslav: um farol de fé

A fundação pontifícia ACN – Ajuda à Igreja que Sofre – lamentou a perda do Cardeal Miroslav Vlk, que faleceu no último 18 de março, aos 84 anos. "O Cardeal Vlk foi um farol de fé em um país que sofreu muito com o comunismo, um país no qual hoje, os laços que ligam as pessoas à fé são os mais fracos de toda a Europa", declarou o Padre Martin Barta, Assistente Eclesiástico Internacional da ACN.

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Terça, 28 Março 2017 13:57

Vocações: uma benção desafiadora

Quando o Papa João Paulo II visitou a Ucrânia em 2001, ele beatificou 25 mártires da Igreja Católica Grega Ucraniana que deram suas vidas por firmarem a fé em Cristo e fidelidade à Igreja frente ao regime comunista. Entre os novos beatos, estavam alguns membros da Ordem Católica Grega de São Basílio que morreram nas prisões soviéticas e campos de concentração, incluindo um bispo da ordem. Nessa ocasião, o Santo Padre disse em sua homilia: “Eu gostaria de assinalar de modo especial o brilhante exemplo dessas heroicas testemunhas do Evangelho. Sejam como eles, fiéis a Cristo até a morte. Se Deus abençoa sua terra com numerosas vocações, se os seminários estão cheios – e isto é fonte de esperança para a vossa Igreja –, se trata certamente de um dos frutos do sacrifício deles.”

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Sexta, 20 Janeiro 2017 09:26

Sobrevivendo no inverno da Ucrânia

O inverno pode ser uma amarga experiência na Ucrânia, principalmente quando o preço da energia elétrica sobe constantemente e o gás e óleo combustível ficam cada vez mais difícil de sustentar. Tanto energia elétrica, quanto gás e óleo, servem sobretudo para o sistema de aquecimento, muito necessário nessa região. Os altos preços destes recursos atingem particularmente as comunidades religiosas, que vivem na pobreza.

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Quarta, 26 Outubro 2016 16:44

Mártires albaneses serão beatificados

Durante os 40 anos de ditadura comunista na Albânia, orar, fazer o sinal da cruz, usar crucifixo no pescoço ou mesmo ter fé era punível por lei. Em 1967, o país balcânico se autoproclamou oficialmente ateu, pela primeira vez em todo o mundo. Igrejas, mesquitas e outros lugares de culto religioso foram usados como shoppings, salões de esporte ou teatros; como foi o caso da Catedral de Shkodër, onde 38 mártires serão beatificados no dia 5 de novembro, usada na época como uma arena municipal de esporte. Esse é um lugar muito especial para os católicos, porque foi onde a primeira missa pós queda da ditatura foi celebrada. Na praça da catedral dedicada à Santo Estevão, há um monumento em memória aos mártires assassinados na história albanesa de ódio à religião. Bispo Vicenz Prennushi, Bispo Frano Gjini, Bispo Jul Bonati, Dom Alfons Tracki, Dom Anton Muzaj e Maria Tuci estão entre os 38 mártires. “Antes de serem torturados e executados, todos disseram: ‘Viva a Cristo Rei, viva a Albânia. Nós perdoamos aqueles que nos matarão’”, disse o Bispo Massafra de Shkodër, presidente da Conferência dos Bispos da Albânia, à ACN (Ajuda à Igreja que Sofre).

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Os Irmãos de Santo Alberto em Zaporizhya, Ucrânia, estão muito felizes com a reforma de sua casa. Graças à generosidade dos benfeitores da ACN, pudemos apoiá-los para renovar o sistema de aquecimento, instalar isolamento térmico, acabar com a infiltração nas paredes e vários outros reparos emergenciais. "Agradecemos profundamente a vocês", escreve o irmão Wieslaw. "Graças a sua ajuda nós conseguimos realizar tudo isso e o fim da reforma já está perto."

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Quarta, 24 Agosto 2016 17:55

Egipat House: Orfanato do Amor

Katarina folheia o álbum de fotografias dos últimos 20 anos, acompanhada das irmãs Admirata e Manda. Mas logo sua alegria é manchada pela melancolia. As fotografias guardam memórias dos vivos e felizes dias da infância. Agora ela se prepara para uma etapa nova de sua vida. Katarina é a filha mais velha do orfanato "Egipat House" da ordem Irmãs Servas do Menino Jesus. Seus pais eram refugiados durante a guerra na Bósnia e não tinham nenhuma condição de cuidar dos filhos. A solução provisória foi deixar Katarina e seu irmão mais velho, Stipo, com a avó. "A senhora estava muito sobrecarregada com a criação das duas crianças," irmã Admirata recorda, "e por isso as trouxe para cá." Katarina tinha dois anos de idade, quando foi morar com as freiras e agora, com dezenove anos, se prepara para deixar o orfanato, que se tornou a sua casa. "Fico um pouco nervosa quando penso como será a vida lá fora", diz ela. Irmã Admirata não vacila ao afirmar que "Katarina está bem preparada para o mundo adulto."

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