Segunda, 06 Março 2017 14:27

Sudão do Sul: o clamor dos bispos pelo povo

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Os bispos do Sudão do Sul levam mensagens de esperança e coragem para a sua sofrida população. Depois do encontro em Juba, em fevereiro deste ano, junto ao núncio apostólico para o Sudão do Sul e Kênia – o Arcebispo Charles Daniel Balvo – os bispos sul-sudaneses responderam aos relatos inquietantes de todas as suas sete dioceses que abrangem todo o país.

Sexta, 03 Março 2017 16:45

Campanha Quaresma 2017 – África

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A ACN – Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre – está voltando os olhos na sua campanha de Quaresma para a África. Toda a Igreja Católica aposta nesse continente que abarca mais de 1 bilhão de habitantes – 215 milhões de católicos.

Terça, 21 Fevereiro 2017 14:22

União em favor da vida

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Ortodoxos e católicos na Rússia estão desenvolvendo ações em conjunto para a proteção da vida. Assim, transformando o que compartilham na fé em programas concretos, eles atendem ao apelo feito por seus líderes. A Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) promove essa cooperação.

Segunda, 13 Fevereiro 2017 15:11

Eritreia: um dos piores lugares do mundo para ser cristão

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Um colaborador da ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) retornou recentemente do país conhecido como “a Coreia do Norte da África”. Assim como na Coreia do Norte, os cristãos da Eritreia são presos e, em muitos casos, torturados na cadeia por causa de sua fé. Muitos cristãos são encarcerados sem julgamento ou sem acusação formal. São presos sob o pretexto de porem em risco a segurança nacional. Mais de 3 mil eritreus estão detidos por razões religiosas. Destes, mais de 70% são cristãos.

Quinta, 09 Fevereiro 2017 12:29

A ACN na África

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“É noite na África. E, no meio desta noite, eu viajo de Roma a Kinshasa. A viagem leva 6 horas”. O comentário está datado em abril de 1965 e registrado no livro “Onde Deus Chora” (Where God Weeps). Seu autor é padre Werenfried van Straaten, fundador da ACN (Ajuda à Igreja que Sofre). As linhas que abrem essa reportagem percorrem os momentos prévios da sua chegada na capital da República Democrática do Congo. Aquela primeira presença no continente se limitou a nove dias durante os quais, além de Kinshasa, conheceu Kivu, Isiro e Kisangani. Durante seu regresso, descreveu os passos dados naquele itinerário como “as estações da Via Sacra”. Depois daquele primeiro trajeto, ocorreram mais cinco viagens, de setembro de 1968 até os finais da década de 80, nas quais o também chamado de Padre Toucinho conheceu as misérias do continente e a pobreza da Igreja. Mas também já visualizava o trabalho que a Igreja deveria realizar na África e o apoio que a ACN poderia oferecer naquele caminho.