Segunda, 02 Janeiro 2017 17:29

Iraque: Natal com esperança

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Este ano, os refugiados cristãos na parte norte do Iraque estão animados duplamente para celebrar o nascimento de Cristo. Isto porque a grande maioria das vilas das planícies de Nínive, que foram ocupadas pelo grupo autodenominado Estado Islâmico (EI) desde o verão de 2014, foram liberadas agora. Na época, 120 mil pessoas fugiram da ameaça jihadista que avançava, deixando apressadamente suas casas. "Quando recebemos a notícia de que o EI estava recuando, espontaneamente uma festa estourou nos campos de refugiados. As pessoas saíram às ruas para dançar e cantar, como se não tivessem outros problemas em suas vidas ", disse o padre Luis Montes, vigário episcopal do bispo latino do Curdistão. Ele vive no Iraque desde 2010.

Segunda, 19 Dezembro 2016 16:59

"O mais importante é o encontro"

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Entrevista com Peter Humeniuk, coordenador de projetos da ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) para a Europa do Leste e Rússia, a quem foi dada a oportunidade de falar sobre nossos trabalhos e sobre o Pe. Werenfried no dia 23 de novembro numa conferência internacional organizada pela Universidade Ortodoxa de Moscou.

Segunda, 12 Dezembro 2016 14:53

Iraque: “Nós ainda temos medo”

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Durante visita à sede da Fundação Pontifícia ACN (Ajuda à Igreja que Sofre), o arcebispo católico sírio de Mossul, Yohanna Petros Mouche, declarou que os cristãos ainda temem retornar aos seus locais de origem, apesar da liberação da planície de Nínive. Ele disse que “não está claro” quem garantirá a segurança nas aldeias já liberadas e falou que se sente “traído” pelo governo.

Segunda, 12 Dezembro 2016 12:55

Explosão de bomba na catedral copta do Cairo

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A explosão de uma bomba junto à Catedral copta de São Marcos, no bairro de Abbasiyado, na capital do Egito, ontem (11 de dezembro de 2016), durante a celebração da Missa, provocou a morte de pelo menos 25 pessoas, entre os quais também crianças, e mais de 50 feridos.

O conflito em Alepo nos últimos dias tem sido especialmente bem violento. Tanto a leste como a oeste, de quarteirão em quarteirão, de rua em rua, intenso bombardeio combinado com tiros de armas de fogo tem marcado o fluxo e refluxo da guerra entre os rebeldes e as forças governamentais. O controle de Alepo, a segunda maior cidade da Síria, é decisivo para a resolução do conflito que custou mais de 400.000 vidas e consome o país por quase 6 anos.